domingo, 6 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
Sairá o Edital da PC-DF
EDITAL NORMATIVO N.º 1 DO CONCURSO PÚBLICO 1/2011,
DE 04 DE NOVEMBRO DE 2011
CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS PARA O CARGO DE PERITO CRIMINAL DA CARREIRA DE POLÍCIA
CIVIL DO DISTRITO FEDERAL
DE 04 DE NOVEMBRO DE 2011
CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS PARA O CARGO DE PERITO CRIMINAL DA CARREIRA DE POLÍCIA
CIVIL DO DISTRITO FEDERAL
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Minha prova já é amanhã! O que devo fazer hoje?
Este questionamento permeia cem em cem concurseiros. Muitos têm sua própria teoria, outros seguem orientações de amigos e os outros seguem a maré. Vejamos o que há de melhor para se fazer na véspera da sua prova, naquele fatídico dia do desespero geral.
Numa pesquisa informal com amigos concurseiros da rede social facebook, constatei que há uma divisão forte entre estudar e relaxar. Há benefícios em fazer um e fazer o outro, assim com há malefícios. Então como escolher?
Há uma frase que diz que devemos conhecermos a nós mesmos e a partir disso agir. Pois bem, o primeiro passo é você se conhecer bem, para saber qual atitude tomar antes de sua prova. Fazer uma autorreflexão, interiorizar-se um pouco, analisar-se em atitudes passadas é um bom começo.
Aos que pensam que estudar mais, revisar matérias importantes, pontos relevantes, manter-se estudando é a melhor opção aí vão os prós e os contras. Na véspera da prova, podem-se sempre revisar assuntos mais importantes, aqueles que são indicados pelos professores mais experientes. A prova, com certeza, contemplará algo que você tenha visto. Neste caso você está com a vantagem de ativa sua memória volátil – memória que dura em seus pensamentos por mais ou menos 24 horas, uma memória recente e facilmente acessada. Estudar no dia anterior significa ativar essa memória e guarda nela informações preciosas.
Porém, preocupar-se em aprender de véspera pode ser prejudicial demais para sua prova. Obrigar-se, pelo nervosismo, a estudar um dia antes da prova de fogo significa provocar a mente de maneira desnecessária, pois para alguns o famoso ‘branco’ começa a ser construído daí. Pressionar sua mente para que assimile muito em pouco tempo, com a impressão de que ainda não é suficiente nunca aquilo que se estudou, faz com que momentaneamente você se engane achando que aprendeu. Contudo, quando tentar acessar essa informação – mais uma vez sob pressão da prova e do ambiente que a envolve – ela não estará disponível de maneira inteira ou correta.
Aos que pensam em relaxar, fazer nada de véspera, deixar que o dia aconteça sem interferências maiores de decisões para não pesar o cérebro, falemos os dois lados dessa moeda. Deixar o dia que antecede à prova para não fazer nada, sem tentar se preocupar com o que acontece no outro dia, é temerário, pois sabemos bem que nos preocupamos, sim. Tentar ‘enganar’ o cérebro com essa atitude não convém para que não nos percamos com o foco no concursos – tão necessário à concentração.
Contudo, relaxar antes da prova, fazer coisinhas que não fazemos há muito é muito bom para que a mente descanse de tanta informação acumulada. Isso faz com que nosso cérebro sedimente o que fora estudado de maneira tal que possamos acessar as informações retidas de maneira segura. Ter consciência de ter feito tudo o possível, ter dado o máximo de si para estudar e aprender a fazer prova, saber-se capaz traz a tranquilidade de poder ‘ausentar-se’ por um dia para fazer coisas pessoais, realizações que não pesem na mente e nem a tirem do foco. Portanto, programe-se. Faça tudo de obrigações antes da véspera para poder desfrutá-la.
Também fiquei meio tonto com tantas informações e teorias. Mas, lembra o começo deste texto? Disse que temos que nos conhecer para ver como nos comportamos diante dessa situação de estresse extremos pela qual passaremos. Como você é? Como reagiria diante da véspera de sua prova tão importante? Conhecer-se é fundamental para que saiba agir no dia anterior ao do concurso. Assim, poderá escolher se irá ao cinema com a namorada – se ela ainda estiver com você a essas alturas! –, se lerá um livro de sua vontade –algo que não deveria ter deixado de fazer durante os estudos –, se ficará em companhia dos familiares – não abra mão disso na sua preparação –, se andará por aí sem compromisso ou fará uma corridinha para relaxar – isso é deveras muito bom. Ou mesmo, se você decidir por ler algo da matéria sem extremo exagero, sem a pressão de aprender, apenas por curiosidade ou discussão saudável com alguém.
Enfim, escolha aquilo que não o tire do foco, que não faça passar mal no dia seguinte, que possa impedir você de estar na hora certa em sala de aula. Nada faça de muito extravagante, namore comedidamente. Se fizer exercícios físicos, seja prudente para não se machucar. Acredite muito no que você construiu até neste dia. Nada o atrapalhará, nada pode conter seus conhecimentos, são seus! Ninguém será capaz de desfazer aquilo que você montou em sua mente!
Acredite que você pode, pois você fez por onde poder! Apenas feche os olhos e olhe para dentro de si e deixe que seu coração e intuição o conduzam! Você já sabe o que irá se tornar! Você vem trabalhando isso há muito tempo! Acredite e tenha coragem de seguir o que está arraigado dentro da sua alma!
Sucesso a todos!
Diego Amorim
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
ARGUMENTAÇÃO PARA RECURSOS IML DF – PORTUGUÊS – PROF. DIEGO AMORIM
Pessoal, seguem as argumentações. Contudo chamo a atenção de voes para que modifiquem um pouco a escrita para que não se configure cópia.
MODELO DE CABEÇALHO/INTRODUÇÃO DE RECURSO: solicita-se a anulação da questão por não condizer com a realidade textual exposta para análise.
MODELO DE RODAPÉ/CONCLUSÃO DE RECURSO: Sendo assim, não há resposta correta possível para a questão, para a qual pedem-se a anulação e a consequente imputação dos pontos. Termos em que se pede deferimento.
QUESTÃO 1 – solicita-se a anulação da questão por não condizer com a realidade textual exposta para análise. O gabarito aponta como correta a assertiva C, que trata o texto com sendo meramente informativo, pertencendo ao gênero expositivo. Porém, o professor Luiz Antônio Marcuschi no livro Produção Textual, Análise dos Gêneros e Compreensão afirma que texto que se digne a produzir informação para que sejam seguidas como guias de comando, usando-se o imperativo, seja ele em sua forma tradicional, seja sob forma de infinitivo – caso em que o texto se encaixa, uma vez que dá as diretrizes para procedimento em caso de acidentes de trabalho – deve-se ser classificado como sendo injuntivo ou instrucional. A simples exposição de conhecimentos e saberes não faz do texto um injuntivo, mas sua característica principal é a forma com que se dirige ao interlocutor. No texto em análise, essa forma se dá de maneira incisiva e marcadamente autoritária, mas com a suavização do uso de verbos infinitivos – tradicionalmente mais brandos do que o imperativo verbal. A resposta do gabarito preliminar pressupõe um texto expositivo apenas, o que por si só não condiz com o texto analisado, pelo elemento de ordem pressuposto em todos os tópicos. Sendo assim, não há resposta correta possível para a questão, para a qual pedem-se a anulação e a consequente imputação dos pontos. Termos em que se pede deferimento.
MODELO DE CABEÇALHO/INTRODUÇÃO DE RECURSO: solicito a mudança de gabarito de E para C da questão por não condizer com a realidade argumentativa apresentada na tira.
MODELO DE RODAPÉ/CONCLUSÃO DE RECURSO: Sendo, portanto, a assertiva correta em relação às demais a de letra C, para a qual se solicita a troca do gabarito preliminar. Termos em que se pede deferimento.
QUESTÃO 4 – solicito a mudança de gabarito de E para C da questão por não condizer com a realidade argumentativa apresentada na tira. A assertiva referente ao gabarito preliminar expõe que ‘fica claro que para Calvin ser mãe é algo de muita responsabilidade e que exige grande conhecimento.’ Porém, no texto, apenas e tão somente se deixa subentendido que ser mãe exige conhecimento. Em nenhum lugar do texto, percebe-se a inferência sequer de que ser mãe pressupõe responsabilidade. Isso porque, dado o contexto, quando Calvin sai para chamar a mãe, expõe que ‘não deixam você ser mãe se não souber consertar tudo’. Sendo assim, não há no texto, de forma explícita – como quer a assertiva – ou de forma implícita alusão ao fato de que ser mãe implicaria responsabilidade, tornando a letra E errada. Contudo, percebe-se que o que fora dito na assertiva C está condizente com os preceitos linguísticos da análise do discurso no que concerne ao uso de orações absolutas – ‘período simples’ – com a finalidade de melhor expressar a fala infantil, uma vez que tal fala é eivada de pontuação de pensamento e marcas de pausa para o externar de forma não verbalmente articulada. Sendo, portanto, a assertiva correta em relação às demais a de letra C, para a qual se solicita a troca do gabarito preliminar. Termos em que se pede deferimento.
MODELO DE CABEÇALHO/INTRODUÇÃO DE RECURSO: solicita-se a anulação da questão por conter duas respostas possíveis – a letra E, alvo do gabarito, e a letra C, que também se encontra correta.
MODELO DE RODAPÉ/CONCLUSÃO DE RECURSO: Sendo assim, não há resposta correta possível para a questão, para a qual pedem-se a anulação e a consequente imputação dos pontos. Termos em que se pede deferimento.
QUESTÃO 7 – solicita-se a anulação da questão por conter duas respostas possíveis – a letra E, alvo do gabarito, e a letra C, que também se encontra correta. Não há questionamentos possíveis para a assertiva, pois se trata de vírgula facultativa para separar orações subordinadas adverbiais pospostas à oração principal. Contudo, na assertiva C, afirma-se que a presença da preposição em ‘pôr fim à polêmica’ se deu por conta do verbo que a precede. Está correto o que se diz. Pode parecer que a preposição venha do nome ‘fim’, sendo-lhe complemento nominal, porém, facilmente percebido pela regência do verbo ‘pôr’ nessa acepção. Quem põe fim põe fim a algo. Quem põe termo põe termo a. quem põe cabo põe cabo a – construção mais portuguesa do que brasileira, mas componente da língua. Assim, vê-se que se trata do verbo ‘pôr’ solicitar a presença da preposição ‘a’ e não dos nomes que por ventura o acompanhem: quem põe algo põe algo a algo. A assertiva, portanto, está correta à luz da gramática normativa. Sendo assim, não há resposta correta possível para a questão, para a qual pedem-se a anulação e a consequente imputação dos pontos. Termos em que se pede deferimento.
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